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Dân o quê??!!

brummel Na aula de sábado, do curso de Personal Stylist, a Profª Cecília Lima nos deu uma aula de “Dândi”. O nome é no mínimo estranho, mas resolvi começar a semana com e ste post especialmente para explicá-lo.

A origem da palavra dândi data de 1780, e seria exatamente o que são os metrossexuais hoje. O primeiro dândi da história foi um quase chará meu. Trata-se do inglês George Bryan Brummel. Ele tornou-se símbolo de elegância da época. Brummel combinava até as suas roupas de dormir com os seus lençóis.

Graças a ele, a figura do alfaiate começou a se popularizar. Na época, não era comum que homens usassem trajes pretos, a não ser por luto. Revolucionando o guarda-roupa masculino, ele provou à nobreza que sua ousadia era sinônimo de bom gosto.

Há um livro chamado “The New English Dandy” (‘O Novo Dândi Inglês’), de Alice Cicolini, que retrata a volta do dândi na Inglaterra como se fosse uma imposição da indústria química e têxtil.

A Profª também nos deu exemplos que quem seriam os dândis atuais. Nomes como Justin Timberlake, Pharell Williams e até o presidente Barack Obama encabeçam a lista de homens que não abrem mão do corte impecável de um terno e suas gravatas perfeitas!

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Algumas informações são do Portal IG Moda

Crítica – “O curioso caso de Benjamin Button”


Era aniversário de São Paulo. Uma chuva chata e tipicamente paulistana. Encontrei minha amiga Fabiane Clodie no Cine Bristol na Paulista para assistir a sessão do novo filme de Brad Pitt, que de início não estava afim. Após alguns minutos na fila, pausa para um café… Mais alguns minutos, fila para entrar na sala. Há buxixos, gente bonita, gays se beijando, mães de família, tribos que só existem aqui. Chegou a hora. Na poltrona lateral e confortável da pequena sala 6 as luzes se apagam. Começa o novo sucesso de Hollywood, com 13 indicações ao Oscar.

E este é Benjamin Button, um rapaz que nasce velho e morre jovem. Em grande parte do filme, Brad Pitt atua com maestria, sob uma maquiagem perfeita que o caracteriza em várias fases da vida, e onde o principal vilão é o tempo, que para ele gira ao contrário… Criança dentro de um corpo que mal consegue andar, Benjamin se encanta pela bela Daisy, interpretada por Cate Blanchett. Paralelamente, Daisy se torna uma bailarina extremamente profissional e passa a viver em Nova York. Dentre os sutis encontros que o casal protagoniza, é relevante dizer o cuidado que se tem com cada época, com cada figurino e atuação.

No momento auge do filme, os dois não podem mais se relacionar. O casal acaba tendo uma filha, Caroline, e Benjamin opta por sair da vida de Daisy. Benjamin rejuvenesce cada dia mais, ganha vigor e como todo adolescente, vai encarar sua jornada mundo afora. O final desta história está em cartaz nos cinemas, mas posso afirmar que é habitado nos dilemas de nosso dia-a-dia. O tempo, o humor e os dramas que nos fazem andar adiante, ou como o próprio filme relata, nunca se sabe o que nos espera.

Balada cult!

Pois é, depois de ter tomado uma “bela” chuva e ter ido à Assembléia representar o Portal da Juventude no Parlamento Jovem, resolvi fazer um passeio diferente! Ir numa balada “cult”. Juntei meus amigos camaradas, hehe, e fui ao Noitão do Cine HSBC Belas Artes. Confesso que sempre quis conhecer o Espaço, mas nunca havia uma oportunidade. Aí eu chamei a Carol Midori, a Thamyres e a Edna, e acabamos fazendo um novo amigo, o Bruno, hahaha! ….

Bom, pra quem não conhece, o Noitão funciona assim: são três filmes durante a madrugada toda (começa à meia-noite e vai até às seis da manhã). Um deles é surpresa e os outros dois você fica sabendo antes, e escolhe a sequência e a sala que quer assistir! Ok, então vamos ao filme suprise.

O nome dele é “Da cama para a fama”. Se passa em Madri, em meados de 1950. Um vendedor de enciclopédias mal-sucedido recebe uma proposta de seu chefe um tanto quanto “inusitada”. Fazer um “filminho” pornô com sua esposa para o bem da ciência. Pois é, este filme seria vendido aos países escandinávos, em um número revolucionário de fascículos, das novas enciclopédias da editora onde o cara trabalha (esse aí da fotinha acima). Acontece que ele acaba gostando tanto da coisa, que se torna diretor. Entre alguns dilemas que o casal vive, está a infertilidade do maridããão…. Bom, o filme gira em torno disso, e não é legal contar o final, hehe! Mas já dá pra ter uma noção.

O segundo filme da night também foi bacana! Só houve um porém: tinha apenas uma sala, e esta ficou lotaaadaaa! Resultado, sentamos no chãão! Sem espaço, com cãimbra, completamente desconfortável, não consegui prestar muita atenção no filme. Entendi que ele é rodado em uma pacata cidade dos EUA, onde as pessoas aiiiinda alugam fitas VHS para assistirem em casa (affff). Acontece que, num acidente radioatvo, o protagonista (que fez o filme Escola do Rock), e que trabalhava na locadora, acaba com todas as imagens originais dos filmes, do único ponto de entretenimento da city (Oh God!). Aí ele e o negrão começam a fazer um remake de todos os filmes danificados. É bem engraçadinho, mas eu queria tanto estar na poltrona (snif!). Ah, e o nome do filme é “Rebobine por favor”.
Nossa, este foi o hours concours da noite! O melhor! Ah, nesta exibição a sala estava vaziiia e calma! kkkk… Apesar de o pessoal ter dormiiido bastante (aew Carol, babou hein?), o filme foi lindo! “Vicky Cristina Barcelona” conta a história de duas garotas americanas que vão passar o verão na bela cidade de Barcelona, na Espanha. Lá, conhecem o “sedutor” artista plástico interpretado por Javier Bardem, que havia acabado de se separar de Penélope Cruz (doidona).Elas o encontram em uma vernissage e logo depois em um little restaurant. Convidadas para ir a cidade de Oviedo (próxima a Barcelona) uma delas se entrega ao amor volúvel e destemido do artista (uau, novela mexicana, hahaha)!

Este valeu a pena. Também, a direção de Woody Allen dispensa comentários. Este filme foi uma das sensações da 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Nele, Penélope Cruz e Scarlett Johansson se beijam. O final do filme não é nada convencional, mas posso adiantar que elas voltam para Nova York. E a vida delas em Barcelona? É bom assistir para saber como vai ficar! Acabei lembrando da Carol Moreno, minha ex-supervisora que agora está morando em …. Barcelona! A musiquinha do filme também é bem animadinha! Só sei que a galera que estava dormindo, acordou assustada com os tiros que Penélope Cruz deu de sua pistola, bem perto do fim… kkkkk …. Acooooorda meninaaaa!

Uau, saímos de lá às 7h da matina, e não às 6h! A baladenha cultural foi boa! Mês que vem, again! hehehe! Recomendo, meus 9 reais foram bem gastos. Ah, tem um cafézinho da manhã oferecido pelo Espaço. Boca livreee! Hahaha! Mudando de assunto: só pra lembrar que hoje tem show da Kylie Minogue aqui em SP e eu não vou (buááá!). Mas vou ver Madonna, então relax! Ah, e ontem a TV Cultura abriu o Metrópolis (um dos meus programas preferidos) com o show da Mad, que teve participação especial da Britney bitch (or not bitch?) kkkk…. So good, é isso aí! Inté!!

Sim, nós podemos!

Em um discurso emocionante na cidade de Chicago, Barack Obama, 47, tornou-se o primeiro negro presidente dos Estados Unidos, na terça feira, 4 de novembro. Obviamente, esta notícia já não é mais novidade para ninguém, mas o fato é realmente histórico! Muitas lutas marcaram a história do povo negro, e ver um representante afro-americano governar a maior potência do mundo é incrível! Será um novo ciclo de mudanças, e posso acreditar que Obama irá revolucionar a nossa história.

A história da humanidade será aO (antes de Obama) e dO (depois de Obama). Para milhões de pessoas em todo o mundo, Obama significa a vitória do povo, e posso afirmar que este episódio derrota de vez o racismo. Ele terá muitos desafios, como guerras intermináveis, crise econômica, desemprego… Mas está mais do que evidente que ele tem peito para mostras à que veio.

As eleições americanas terminam com um gosto de esperança não só nos EUA, mas em todos os países, de todas as raças e religiões. Parabéns pela vitória Obama! Ela veio em boa hora e é mais do que merecida! Afinal, o slogan da campanha estará guardado em muitos corações! Yes, we can! Sim, nós podemos! A mudança chegou! Você merece!

O vazio da Bienal

Tive o prazer de ir à abertura da 28ª Bienal de Artes de São Paulo no sábado com minha amiga Carol Midori. Logo no início, ficamos super entusiasmados pois há um estande onde se pode retirar uma chave da Bienal. Funciona assim, você leva uma chave sua e deixa o cara copiar pra deixar lá, aí ele te dá uma da Bienal (e entrega a sua, lógico). O interessante é que eu vou poder entrar a qualquer hora na Bienal, pois tenho a chave, hahahaha!

Uma das coisas que me impressionou também foi o andar vazio. Mas totalmente vazio mesmo. Protesto dos artistas contra a falta de verbas, confesso que no começo não havia gostado da idéia. Mas quando cheguei e vi aquele andar completamente cheio de ar, fiquei emocionado! Como é lindo, intrigante, como Niemeyer é um gênio com suas formas. Leonardo da Vinci brasileiro, hahaha. É realmente, uma sensação única, não dá pra descrever! Só sentindo aquele lugar, com aquelas luzes….

Outra intervenção cultural bem bacana é a do 3º andar. Lá é possível escolher 8 fotos de um acervo e montar um pequeno livro, com título e tudo! E o acervo tem muitas fotos, e para entrar e não danificá-las, você tem que pôr uma luva! Mas o destaque vai pro Tobogã! Importado da Bienal de Londres, ele vai do 3º andar para o térreo. Uma sensação hilária! Muiiiitooo booom! Ah, os artistas de todas essas obras, eu não me lembro, mas estou com a programação, e a galera que for vai saber também.

Mas uma coisa é certa. Apesar de ter bem menos obras do que a Bienal anterior, a 28ª edição está bárbara! O nome da obra aí de baixo é Drawings, de Allan Mccollum. E a foto foi a Carol quem tirou, hehehe! Ah, já ia me esquecendo! Um grupo de pichadores invadiu o andar do “vazio” no domingo para protestar! Considerei falta de ética, mas a liberdade de expressão deve existir para todos! O que é arte para alguns, não é para os outros! O que importa é a Bienal. Fica aqui o meu convite para abrir a mente, evoluir o pensamento!